sábado, setembro 21, 2019
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MINISTRO DA JUSTIÇA: O QUE DIFERE SP E BRASIL É QUE SP É HONESTO

Foi assim que Alexandre de Moraes, novo ministro da Justiça e ex-secretário de Geraldo Alckmin (PSDB), respondeu às críticas de que escândalos de corrupção, como o merendão, não são investigados em São Paulo; “Um governo honesto é menos investigado porque não tem escândalos”; ele também afirmou que o Ministério Público não pode ser um poder absoluto e defende que o governo de Michel Temer não nomeie obrigatoriamente, para a chefia da Procuradoria-Geral da República, o mais votado em uma lista tríplice por integrantes da carreira, pratica adotada nos governos do PT: “É uma questão de freios e contrapesos. O poder de um MP é muito grande, mas nenhum poder pode ser absoluto”; ele diz o mesmo sobre as manifestações dos movimentos sociais

 

247 – Ao responder críticas de que escândalos de corrupção, como o merendão, não são investigados em São Paulo, o novo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou que “a diferença em relação ao governo federal é que o governo de SP é honesto. E um governo honesto é menos investigado porque não tem escândalos”.

Questionado pelo colunista Mônica Bergamo sobre o merendão e o trensalão, escândalos ocorridos em governos tucanos em SP, respondeu: “Se há alguém que, aqui e ali, tem um desvio, o próprio governo investiga, como no caso da merenda, e demite. É diferente de um governo que endemicamente pratica a corrupção”.

Moraes também defendeu que o governo de Michel Temer não nomeie obrigatoriamente, para a chefia da Procuradoria-Geral da República, o mais votado em uma lista tríplice por integrantes da carreira, pratica adotada nos governos do PT.

Ele diz que o poder do MP é grande, mas não pode ser “absoluto”. “Portanto, o presidente da República tem essa liberdade constitucional [de indicar o procurador-geral que não foi eleito pela categoria] dentro desses requisitos. Não é algo arbitrário. É uma questão de freios e contrapesos. O poder de um MP é muito grande, mas nenhum poder pode ser absoluto”, diz.

Ele afirma o mesmo sobre o direito à manifestação. ‘Qual é o limite entre o direito de manifestação e a repressão a organizações que não estão se manifestando? É a prática de crime. Então todos têm o direito de se manifestar, sem armas, de forma pacífica e com prévia comunicação às autoridades, à Polícia Rodoviária e à PF’

 

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