domingo, abril 21, 2019
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MPDFT recomenda grupos de trabalho para combater assédios em universidades do DF

Uma audiência pública sobre assédio e violência sexual realizada no dia 7 de novembro, gerou uma recomendação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para que sejam criados grupos de trabalho em universidades públicas e particulares. Os grupos teriam a função de propor programas sobre prevenção, acolhimento das vítimas e responsabilização do agressor.

“É responsabilidade das instituições de ensino criar um ambiente de trabalho e de estudo livre de todas as formas de discriminação, especificamente, do assédio sexual contra as mulheres. É essencial que esse tema seja explicitamente indicado como uma prioridade institucional, de forma a se evitar a continuidade desses atos de violência”, disse o promotor de Justiça Thiago Pierobom, coordenador dos Núcleos de Direitos Humanos do MPDFT.

A audiência que fez o MPDFT recomendar a criação de tais grupos teve relatos de estudantes, professoras e outras funcionárias envolvendo situações de assédio em festas, trotes, até mesmo durante as aulas. Os grupos de trabalho devem ser formados preferencialmente por mulheres e ter a participação de diferentes áreas da universidade.

Fonte: Metrópoles

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