sábado, janeiro 19, 2019
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Precisamos falar sobre empoderamento feminino

Muito se fala sobre a posição da mulher na sociedade. Discussões, debates e palestras têm esse tema como base, questionamentos são levantados sobre o poder que a mulher exerce na vida social, profissional, cultural e em aspectos gerais. Mas afinal, o que é o empoderamento feminino e como ele pode auxiliar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária?

Por mais que seja um assunto bastante discutido atualmente, o empoderamento feminino ou da mulher surge em meados da década de 60.  Empoderamento vem de “dar poder” e esse ato consiste em garantir a igualdade de gênero, permitindo total participação da mulher em todos os campos sociais, econômicos e políticos. Para buscar esse direito, as mulheres contam com o apoio de ONG’s (Organizações Não-Governamentais), além de movimentos feministas presentes nas redes sociais.

Em 2010, a ONU Mulheres em parceria com o Pacto Global, criou os Princípios de Empoderamento das Mulheres, que estabelecem 7 diretrizes:

  • Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível.
  • Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação.
  • Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa.
  • Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres.
  • Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing.
  • Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social.
  • Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

Com esse poder, a mulher passa a ter mais espaço em decisões políticas, sociais, econômicas e globais. Perde-se aquela sensação de que assuntos gerais são para homens e a imagem de que a mulher deve ser “bela, recatada e do lar”, consequentemente sem voz perante a sociedade.

Mulheres tornam-se mais firmes e com um grande poder de decisão, mostrando que podem ter o controle da própria vida. O sentimento de autocontrole permite que se formem movimentos contra a violência doméstica, cultura do estupro e outras injustiças de gênero.

Entretanto, nem todas as conquistas foram alcançadas, há um grande caminho a ser percorrido. A visibilidade desses movimentos femininos está crescendo e não pode parar por aqui, é necessário que eles continuem para garantir os direitos das mulheres e aumentar a presença feminina no mercado de trabalho e em causas sociais, gerando igualdade de gênero.

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